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	<title>Congresso ABM</title>
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	<description>Só mais um blog do Blogs &#38; Rede ABM</description>
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		<title>Congresso da ABM impulsiona desenvolvimento técnico-científico do setor minerometalúrgico brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 18:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior fórum de debates e de relacionamento da cadeia minerometalúrgica e de materiais da América Latina, o Congresso da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração) realizou sua 66ª edição, entre os dias 18 e 22 de julho, em São Paulo, reunindo 782 profissionais e executivos das indústrias de mineração, siderurgia e de materiais não-ferrosos, especialistas das universidades e centros de pesquisa, consultores, fornecedores de equipamentos e serviços e estudantes.
“Esta edição reafirma, mais uma vez, o papel que a ABM vem desempenhando desde o início da industrialização brasileira: o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maior fórum de debates e de relacionamento da cadeia minerometalúrgica e de materiais da América Latina, o Congresso da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração) realizou sua 66ª edição, entre os dias 18 e 22 de julho, em São Paulo, reunindo 782 profissionais e executivos das indústrias de mineração, siderurgia e de materiais não-ferrosos, especialistas das universidades e centros de pesquisa, consultores, fornecedores de equipamentos e serviços e estudantes.</p>
<p>“Esta edição reafirma, mais uma vez, o papel que a ABM vem desempenhando desde o início da industrialização brasileira: o de ser indutor da evolução técnico-científica e da inovação nos segmentos minerometalúrgico e de materiais”, avaliou o diretor-executivo, Horacídio Leal Barbosa Filho, referindo-se aos debates em torno de temas da atualidade e que impactam na competitividade do setor no Brasil e no mundo e às sessões técnicas, que contaram com a apresentação de 332 trabalhos acadêmicos e cases empresariais, além de conferências a cargo de 18 renomados especialistas (keynotes speakers) brasileiros e do exterior.</p>
<p>Entre os destaques da programação, o engenheiro citou o <a href="http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=4249">Fórum de Líderes</a>, que debateu o tema “Desafios da Competitividade em nível Nacional e Internacional, sob três aspectos: Inovação, Logística e Recursos Humanos”. Participaram: o presidente do Conselho da ArcelorMittal Brasil, José Armando de Figueiredo Campos (moderador); a presidenta do Council on Competitiveness (EUA), Deborah Wince-Smith; o diretor-executivo da Vale, José Carlos Martins; o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, Bernardo Figueiredo; o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, Glauco Arbix; o presidente da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia – Abenge, Nival Nunes de Almeida; e o diretor da Academia Brasileira de Ciências e representante do CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Evando Mirra de Paula e Silva.</p>
<div id="attachment_989" class="wp-caption alignright" style="width: 368px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/08/Saguão-Sala-São-Paulo_reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-989  " title="Saguao Sala Sao Paulo" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/08/Saguão-Sala-São-Paulo_reduzida.jpg" alt="Recepção aos participantes antes da sessão solene na Sala São Paulo" width="358" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Recepção aos participantes antes da sessão solene na Sala São Paulo</p></div>
<p>A abertura do 66º Congresso da ABM teve sessão solene na Sala São Paulo, dia 18 de julho, prosseguindo até o dia 22, no Centro de Convenções Frei Caneca e na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde ocorreram algumas atividades do 11º Enemet &#8211; Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas, evento paralelo ao Congresso, que reuniu 330 alunos de 30 instituições de ensino superior do País.</p>
<p>“Além de proporcionar efetivamente o diálogo entre indústria e academia, o Congresso tem outro viés importante: aproxima os estudantes das empresas. Todo esse entrosamento contribui para que o Brasil possa evoluir na educação e na inovação, pois não há nação que alcance crescimento sem investir na formação de pessoas e no desenvolvimento tecnológico”, enfatizou Leal.</p>
<p>Empresa anfitriã do 66º Congresso da ABM, a Gerdau recebeu os congressistas para uma visita técnica à planta de Araçariguama (SP), no último dia do evento. “É um orgulho ser a empresa anfitriã deste evento, reconhecidamente um grande impulsionador do desenvolvimento técnico e científico do segmento que representa e do nosso País”, disse o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter, que ressaltou o nível de qualidade de toda a programação, “com apresentações de idéias e importantes debates para a melhoria da competitividade de nossas organizações”.</p>
<div id="attachment_990" class="wp-caption alignleft" style="width: 368px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/08/DSC_2851-plateia-em-pé-aplaudindo-reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-990  " title="Participantes do Congresso durante abertura do evento " src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/08/DSC_2851-plateia-em-pé-aplaudindo-reduzida.jpg" alt="A comunidade técnico-científica prestigiou a sessão solene de abertura do 66º Congresso ABM na Sala São Paulo" width="358" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">A comunidade técnico-científica prestigiou a sessão solene de abertura do 66º Congresso ABM na Sala São Paulo</p></div>
<p>Também contribuíram para o intercâmbio de experiências e soluções em todas as atividades da indústria do aço, de materiais não-ferrosos e da mineração, as visitas técnicas ao IPT, Villares Metals e Usiminas; o Seminário da Construção em Aço; e a Expomet, exposição das empresas patrocinadoras, como Aperam, ArcelorMittal, Combustol, CBMM, CMI Brasil, CSN, Danieli, Enfil, Fives Stein, Gerdau, Harsco Metals, Magnesita, MMX, SKF, Samarco, Sun Coke Energy, Vale, Vesuvius, Votorantim Metais, Votorantim Siderurgia, Usiminas e White Martins.</p>
<p>O <a href="http://www.abmbrasil.com.br/congresso/2011/">66º Congresso da ABM</a> contou com o apoio da Abal, Abcem, Abceram, Abendi, Abraco, ABS, ABTS, AEA, AEAS, Capes, CBCA, CCDM, CNPq, Crea-SP, Fapesp, IAS, Ibram, ICZ, Ilafa, Inda, INT, IPT, Rana, São Paulo &amp; Visitors Bureau, SGL Group, Prefeitura de Marabá, Sociesc e Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
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		<title>ABM lança primeiro livro em inglês</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 12:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[
A obra ‘Transport phenomena: fundamentals and applications in metallurgical engineering and materials’ versão em inglês do livro ‘Fenômenos do Transporte: fundamentos e aplicações nas Engenharias Metalúrgica e de Materiais’, lançado com sucesso há um ano pela ABM, teve tarde de autógrafos, dia 20, na Expomet, evento paralelo ao 66º Congresso ABM.
Varadarajan Seshadri, professor emérito do Departamento de Engenharia Metalúrgica da UFMG e um dos autores da obra, explicou que a edição foi produzida atendendo a demanda e que a versão em inglês deverá ampliar a divulgação do conteúdo para um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_962" class="wp-caption aligncenter" style="width: 559px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC1040-livro-transport-blog_reduzida_blog_ok.jpg"><img class="size-full wp-image-962 " title="Varadarajan Seshadri " src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC1040-livro-transport-blog_reduzida_blog_ok.jpg" alt="Nelson Guedes, presidente da ABM, Varadarajan Seshadri, autor do livro, e Horacidio Leal Barbosa Filho, diretor-executivo da ABM" width="549" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Guedes, presidente da ABM, Varadarajan Seshadri, autor do livro, e Horacidio Leal Barbosa Filho, diretor-executivo da ABM</p></div>
<p>A obra ‘Transport phenomena: fundamentals and applications in metallurgical engineering and materials’ versão em inglês do livro ‘Fenômenos do Transporte: fundamentos e aplicações nas Engenharias Metalúrgica e de Materiais’, lançado com sucesso há um ano pela ABM, teve tarde de autógrafos, dia 20, na Expomet, evento paralelo ao <a href="http://www.abmbrasil.com.br/congresso/2011/">66º Congresso ABM</a>.</p>
<p>Varadarajan Seshadri, professor emérito do Departamento de Engenharia Metalúrgica da UFMG e um dos autores da obra, explicou que a edição foi produzida atendendo a demanda e que a versão em inglês deverá ampliar a divulgação do conteúdo para um novo público, especialmente da América Latina.</p>
<p>Baseado em anotações dos autores – além de Seshadri, participaram da elaboração da obra os professores Roberto Parreiras Tavares, Carlos Antonio da Silva e Itavahn Alves da Silva &#8211; e trabalhos de alunos de mestrado e doutorado, o livro apresenta fundamentos e exemplos de aplicação prática na indústria siderúrgica sobre transferência de calor, massa e movimento de materiais na extração e produção de metais e de produtos finais.</p>
<p>“É uma obra bastante didática, de grande interesse para todas as engenharias e, particularmente, para professores e estudantes de graduação e pós-graduação em engenharia metalúrgica”, atesta o editor adjunto, Claudemiro Bolfarini, ressaltando que não há bibliografia nacional sobre o assunto e as obras internacionais já estão desatualizadas.</p>
<div id="attachment_956" class="wp-caption alignright" style="width: 193px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Livro_Fenomenos-do-transporte_ingles2.jpg"><img class="size-full wp-image-956   " title="Livro_Fenomenos do transporte_ingles" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Livro_Fenomenos-do-transporte_ingles2.jpg" alt="Capa do ‘Transport phenomena: fundamentals and applications in metallurgical engineering and materials’ " width="183" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do ‘Transport phenomena: fundamentals and applications in metallurgical engineering and materials’ </p></div>
<p>O livro ‘Fenômenos do Transporte’ (versões português e inglês) integra a categoria Livro-texto, série Fundamentos, da Coleção Metalurgia, Materiais e Mineração editada pela ABM e que já conta com cinco obras publicadas, além de várias outras em desenvolvimento.</p>
<p>Para o editor da Coleção e presidente da ABM, professor doutor Nelson Guedes de Alcântara, esta primeira obra em inglês publicada pela ABM abre perspectivas para os demais autores e comprova a excelência do material que é publicado pela Entidade.</p>
<p>“Se a obra não for boa, não tiver um nível alto de qualidade, não encontra patrocínio e nem compradores”, diz ele, acrescentando que todos os demais livros da Coleção primam pela excelência dos autores e pela qualidade de conteúdo e de edição, podendo também ser traduzidos e ter, assim, penetração internacional. “Esse é o caminho que queremos adotar, mantendo, claro, as edições em português”, afirma Nelson Guedes.</p>
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		<title>Inovação: o Brasil precisa fazer pontes com o futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 12:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Para abrir o seu pronunciamento no Fórum de Líderes, em 19/7, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, propôs reflexões ao público participante do 66º Congresso ABM. ‘Há capacidade de geração própria de tecnologia suficiente para sustentar a competitividade brasileira no cenário internacional?’ Após dizer que sim, levantou outra questão: ‘quanto as empresas investem em inovação?’
Para ele, as organizações investem pouco, custam a investir e nem sempre o retorno é favorável. “A tecnologia é tema presente em todas as discussões das empresas e do governo, mas, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para abrir o seu pronunciamento no Fórum de Líderes, em 19/7, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, propôs reflexões ao público participante do <strong>66º Congresso ABM</strong>. ‘Há capacidade de geração própria de tecnologia suficiente para sustentar a competitividade brasileira no cenário internacional?’ Após dizer que sim, levantou outra questão: ‘quanto as empresas investem em inovação?’</p>
<p>Para ele, as organizações investem pouco, custam a investir e nem sempre o retorno é favorável. “A tecnologia é tema presente em todas as discussões das empresas e do governo, mas, quando se fala em câmbio ou em incentivos, por exemplo, as desculpas começam a aparecer”, revela.</p>
<p>“Entre as que inovam está a Petrobras, responsável por quase a metade do investimento em P&amp;D no Brasil”, comenta. Segundo o professor, o País já avançou muito, entretanto a distância dos outros países é a mesma porque eles também progrediram. A maior parte dos pesquisadores brasileiros está nas universidades – a nação é a 15ª colocada no mundo – e a minoria nas empresas. Nas economias mais avançadas, como a dos Estados Unidos, o quadro é o oposto.</p>
<p>Arbix enfatizou que, para ter ganhos reais de produtividade e competitividade, o Brasil deve fazer pontes com o futuro. “Precisamos ser agentes transformadores e trabalhar com áreas estratégicas, contratando mão de obra mais qualificada e incentivando a criatividade”, explica. Ele ainda acrescenta que é preciso utilizar a inteligência de forma articulada com outros países para lançar novos produtos e alcançar outros mercados. Pensando na internacionalização das empresas, é possível participar das cadeias globais de maior valor agregado. “E é aí que o futuro está sendo construído”, finaliza.</p>
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		<title>Ações articuladas em torno das prioridades podem melhorar a logística no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>

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		<description><![CDATA[“O País tem uma cultura de inércia em relação às questões logísticas, que compromete a competitividade brasileira. O que se observa é uma repetição dos problemas, desde a década de 70. O Brasil cresceu, mas os investimentos para expansão da infraestrutura logística não foram realizados na medida necessária. Além disso, o pouco que existe é mal utilizada ou encontra-se em condições precárias”. Para o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestre – ANTT, Bernardo Figueiredo, que participou dia 19, do Fórum de Líderes dentro da programação do 66º Congresso ABM, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O País tem uma cultura de inércia em relação às questões logísticas, que compromete a competitividade brasileira. O que se observa é uma repetição dos problemas, desde a década de 70. O Brasil cresceu, mas os investimentos para expansão da infraestrutura logística não foram realizados na medida necessária. Além disso, o pouco que existe é mal utilizada ou encontra-se em condições precárias”. Para o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestre – ANTT, Bernardo Figueiredo, que participou dia 19, do<em> Fórum de Líderes</em> dentro da programação do <strong>66º Congresso ABM</strong>, não há nenhum trabalho ou articulação em torno do que é prioritário.</p>
<div id="attachment_937" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0635-bernardo-figueiredo-reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-937   " title="Bernardo Figueiredo, Presidente da Agencia Nacional de Transportes Terrestre – ANTT" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0635-bernardo-figueiredo-reduzida.jpg" alt="Bernardo Figueiredo, Presidente da Agencia Nacional de Transportes Terrestre – ANTT" width="230" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Bernardo Figueiredo, Presidente da Agencia Nacional de Transportes Terrestre – ANTT</p></div>
<p>”A solução das questões logísticas nem sempre estão ligadas a grandes obras, mas em fazer investimentos de forma eficiente e articulada, em regiões que têm maior demanda”, defende ele, acrescentando que o desafio para o Poder Público é superar a incoerência entre a capacidade de investir e a real necessidade do País.</p>
<p>O PAC, de acordo com o economista, pode ser um bom instrumento para esse debate, porque todos os projetos que são incluídos têm recursos assegurados para começar e acabar, existe um cronograma e articulação entre os agentes envolvidos e a cada quatro meses o governo faz prestação de contas. “A sociedade precisa se apropriar desses instrumentos para cobrar prioridades e mais agilidade na execução das obras”.</p>
<p>Para obter maior eficiência logística no Brasil, Figueiredo sugeriu ainda as parcerias público-privada, “visando ampliar a capacidade de investimento do Poder Público”; marcos regulatórios, “que induzam a eficiência do serviço”; e ações junto ao governo, através de várias instâncias, como o Fórum de Competitividade, “objetivando pautar as decisões a partir do consenso em torno da infraestrutura desejada para o País”.</p>
<div id="attachment_938" class="wp-caption alignright" style="width: 221px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0657-josé-carlos-martins-reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-938    " title="José Carlos Martins, diretor-executivo da Vale" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0657-josé-carlos-martins-reduzida.jpg" alt="José Carlos Martins, diretor-executivo da Vale" width="211" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">José Carlos Martins, diretor-executivo da Vale</p></div>
<p>Com uma estrutura de transportes das mais eficientes, a Vale contribuiu com os debates, trazendo informações e reflexões importantes na área de logística. “Desde que era estatal, a companhia priorizou investir em sistemas de transporte para poder escoar seus produtos e se manter competitiva no mercado internacional, uma vez que nossas minas encontram-se a uma média de 800 km do porto. Os australianos, nossos principais concorrentes, possuem minas a menos de 300 km da costa”, disse o diretor-executivo, José Carlos Martins (foto à direita).</p>
<p>Apesar do minério brasileiro ser de qualidade superior, o grande desafio diante da concorrência continua sendo reduzir a desvantagem no preço do frete. Por isso, a Vale passou a investir na construção de navios e em centros de distribuição em várias localidades do mundo. Recentemente, colocou no mar o maior mineraleiro do mundo com capacidade para transportar 400 mil/t de minério e reduzir 35% da emissão de carbono em comparação a uma embarcação tradicional de cerca de 200 mil/t.</p>
<p>“Neste caso, a vantagem não é só econômica, mas também ambiental, outro grande desafio do século 21, assim como a questão das fontes alternativas de energia e a inovação”, afirmou o economista.</p>
<p>Leia mais sobre o Fórum de Líderes <a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/2011/07/28/pais-precisa-cumprir-ainda-muitas-tarefas-para-avancar-em-competitividade/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>País precisa cumprir ainda muitas tarefas para avançar em competitividade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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Inserida na agenda nacional e internacional, a competitividade centralizou os debates no último dia 19, durante a realização do 66º Congresso ABM. O tema fez parte do Fórum de Líderes, que reuniu executivos da indústria e de instituições ligadas aos setores minerometalúrgico e de materiais em torno de três aspectos essenciais para a permanência das empresas brasileiras nos mercados interno e externo: inovação, recursos humanos e logística.
O debate gerou um convite ao Brasil para intensificar a parceria com os Estados Unidos na cruzada pela inovação. Deborah Wince-Smith (foto à esq.), presidenta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_929" class="wp-caption aligncenter" style="width: 559px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC_3578_blog.jpg"><img class="size-full wp-image-929 " title="Fórum de Lideres 2011" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC_3578_blog.jpg" alt="Palestrantes durante o Fórum de Líderes do 66º Congresso ABM" width="549" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">Palestrantes durante o Fórum de Líderes do 66º Congresso ABM</p></div>
<p>Inserida na agenda nacional e internacional, a competitividade centralizou os debates no último dia 19, durante a realização do <strong>66º Congresso ABM</strong>. O tema fez parte do <em>Fórum de Líderes</em>, que reuniu executivos da indústria e de instituições ligadas aos setores minerometalúrgico e de materiais em torno de três aspectos essenciais para a permanência das empresas brasileiras nos mercados interno e externo: inovação, recursos humanos e logística.</p>
<p>O debate gerou um convite ao Brasil para intensificar a parceria com os Estados Unidos na cruzada pela inovação. Deborah Wince-Smith (foto à esq.), presidenta do Conselho de Competitividade daquele país (Council on Competitiveness) e palestrante âncora do Fórum, ressaltou que o Brasil tem uma estratégia fantástica de inovação, referindo-se à Lei da Inovação, Lei do Bem, Movimento Brasil Competitivo e outros instrumentos de incentivo e alavancagem da competitividade.</p>
<div id="attachment_928" class="wp-caption alignleft" style="width: 324px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0621-deborah-fórum1.jpg"><img class="size-full wp-image-928   " title="Deborah Wince-Smith, presidenta do Conselho de Competitividade dos Estados Unidos" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0621-deborah-fórum1.jpg" alt="Deborah Wince-Smith, presidenta do Conselho de Competitividade dos Estados Unidos" width="314" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Deborah Wince-Smith, presidenta do Conselho de Competitividade dos Estados Unidos</p></div>
<p>“Esta é uma das minhas inúmeras viagens ao Brasil, desde que iniciei no Conselho, que foi criado em 1986 com o objetivo de convocar as principais lideranças empresariais e governo a visualizar soluções e desenvolver iniciativas em prol da competitividade. Começou com uma faísca e agora está inspirando o resto do mundo”, afirmou ela, que participa de laboratórios de inovação, promovidos pelo governo brasileiro, e que já realizou 12 encontros no Brasil e nos Estados Unidos, alternadamente.</p>
<p>Essas cúpulas de inovação, segundo ela, são formadas por uma rede de quase mil participantes que já levantaram várias propostas de inovação para agregar valores às economias dos dois países. “Fiquei muito feliz quando o presidente Obama reconheceu esse trabalho, citando-o em sua visita ao Brasil”.</p>
<p>Em sua palestra sobre ‘Competitividade no Século 21: novas realidades globais’, Deborah fez uma retrospectiva ao passado, lembrando as dificuldades enfrentadas pelos Estados Unidos que à época perdia mercado para o Japão, enfrentava baixa produtividade, altas taxas de desemprego e inflação.</p>
<p>“Tivemos que repensar nossas estratégias e criar instrumentos para que as organizações americanas pudessem voltar a prosperar, além de manter um bom padrão de vida à população. Vimos por exemplo que enquanto mantínhamos o foco no curto prazo em nossos negócios, os japoneses se preocupavam com o longo prazo. Enquanto nós mantínhamos um relacionamento conflituoso com vários fornecedores em busca do melhor preço, os japoneses tinham relacionamentos cooperativos, mais próximos e com poucos parceiros”, disse a executiva norte-americana.</p>
<p>Com a competição japonesa, os Estados Unidos aprenderam muito e implantaram ações, resultado do consenso empresa-governo, como o prêmio de qualidade e incentivos para exportação. O relato, apesar de focado nos EUA, teve um conceito amplo que retratou o que aconteceu com várias economias nas décadas de 80 e 90.</p>
<p>Inovar é preciso</p>
<p>Concluindo, afirmou ela, é preciso inovar. Em termos de competitividade, significa imaginação, criatividade e ideias novas, além de saber o que fazer com os pilares de C&amp;T. “É a inovação que nos dará a capacidade de ver o que ainda não enxergamos”.</p>
<p>Ao final, ela sugeriu quatro ações para a agenda da competitividade dos líderes e organizações:<br />
1 – articulação das forças de mudança para enfrentar os desafios que estão emergindo<br />
2 – unir pessoas (academia, empresa e governo) para buscar as soluções<br />
3 – catalisar as ações e, a partir daí, desenvolver estratégias<br />
4 – educar todos os participantes</p>
<p>“Ou seja, criar um movimento em cadeia pela inovação, envolvendo inclusive a mídia a exemplo do Innovate America. A inovação também não pode deixar de considerar as questões ecológicas, os novos materiais, como nanotecnologia, além do talento, investimentos em P&amp;D e infraestrutura”.</p>
<p>Para Deborah, o Brasil tem muitas decisões a tomar pela frente e avançar em competitividade. Entre elas, desenvolver e capitalizar os desafios de oferecer produtos de maior valor agregado e não apenas ser visto como um fornecedor de <em>commodities</em>. “A questão das terras-raras é outra oportunidade que pode gerar bons resultados. Por que não formar um consórcio?”, sugeriu.</p>
<p>Também participaram do Fórum de Líderes, José Carlos Martins, diretor-executivo da Vale e Bernardo Figueiredo, presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, que falaram sobre <a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/2011/07/28/acoes-articuladas-em-torno-das-prioridades-podem-melhorar-a-logistica-no-brasil/" target="_blank">Logística</a>; Nival Nunes de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia – Abenge, que abordou o tema <a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/2011/07/26/mercado-requer-novas-competencias-dos-engenheiros/" target="_blank">Recursos Humanos</a> e Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, que discorreu sobre <a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/2011/07/29/inovacao-o-brasil-precisa-fazer-pontes-com-o-futuro/" target="_blank">Inovação</a>. O presidente do Conselho da ArcelorMittal Brasil, José Armando de Figueiredo Campos mediou os debates</p>
<div id="attachment_927" class="wp-caption alignright" style="width: 198px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC_3586-evando-mirra.jpg"><img class="size-full wp-image-927   " title="Evando Mirra de Paula e Silva, diretor da Academia Brasileira de Ciências" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC_3586-evando-mirra.jpg" alt="Evando Mirra de Paula e Silva, diretor da Academia Brasileira de Ciências, fez o fechamento do Fórum de Líderes" width="188" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">Evando Mirra de Paula e Silva, diretor da Academia Brasileira de Ciências, fez o fechamento do Fórum de Líderes</p></div>
<p>“Foi uma sessão muito enriquecedora, em função do volume e qualidade das informações e sugestões que contribuirão para aumentar a competitividade nacional, além de um convite para fortalecermos os laços com os Estados Unidos no movimento pela inovação”, ressaltou Evando Mirra de Paula e Silva, diretor da Academia Brasileira de Ciências e representante do CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (foto à dir.) ao fazer o fechamento do Fórum de Líderes.</p>
<p>Agora, conforme explicou, será produzido um protocolo com os pontos de maior relevância a ser encaminhado ao Instituto Pró-Inovação Tecnológica e Competitividade ABM que deverá construir uma agenda de trabalho para aprofundamento das questões e definição dos encaminhamentos a quem de direito.</p>
<p>Em seu entendimento, alguns pontos já estão bem definidos para a agenda, como, informar e qualificar melhor o debate; colocar em prática as questões propostas para a construção de entendimento; dar sequência e ampliar escala de projetos como Essider, EPSS e Talentos para a Siderurgia para outros segmentos.</p>
<p>Também foi recorrente a urgência imperiosa de estimular a cultura e as estratégias de inovação, que significa trabalhar para aumentar os investimentos e as práticas cooperativas, bem como a questão do marco legal. Não podemos ainda nos ausentar do debate que promova um ambiente mais acolhedor para a cooperação entre academia/empresa e empresa/empresa, que a ABM tem dado bom exemplo e tem uma prática muito rica.</p>
<p>Portanto, segundo Mirra, há um elenco de tarefas a serem cumpridas, que poderão contribuir para mudar o arcabouço mental e a atitude, pois sabemos que hoje podemos realizar muito mais e muito melhor aquilo que sonhamos.</p>
</div>
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		<title>Atividades diferenciadas integram a programação do 11º Enemet</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 11:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[ENEMET]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de participarem de palestras, mesas-redondas e visitas técnicas a algumas empresas, os estudantes inscritos no Encontro Nacional de estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas – 11º Enemet aproveitaram o Campeonato Esportivo patrocinado pela Siemens, em 20/7. A equipe da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) levou para a casa a Taça Professor D’Abreu após competir com estudantes de outras instituições e ter o melhor desempenho nas partidas de futebol de salão.
O torneio foi instaurado durante a segunda edição do Encontro, em 2002, com o objetivo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_912" class="wp-caption alignleft" style="width: 586px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/11º-Enemet_futebol_reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-912 " title="Enemet 2011 - Taca Professor D Abreu" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/11º-Enemet_futebol_reduzida.jpg" alt="Alunos da UEMG conquistaram a Taça Professor D’Abreu neste ano" width="576" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da UEMG conquistaram a Taça Professor D’Abreu neste ano</p></div>
<p>Além de participarem de palestras, mesas-redondas e visitas técnicas a algumas empresas, os estudantes inscritos no <strong>Encontro Nacional de estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas – 11º Enemet</strong> aproveitaram o Campeonato Esportivo patrocinado pela Siemens, em 20/7. A equipe da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) levou para a casa a Taça Professor D’Abreu após competir com estudantes de outras instituições e ter o melhor desempenho nas partidas de futebol de salão.</p>
<p>O torneio foi instaurado durante a segunda edição do Encontro, em 2002, com o objetivo de incentivar a integração entre os estudantes de diferentes localidades. “Fico feliz quando vejo que a ideia deu certo e desperta o interesse dos meninos até hoje”, comenta o idealizador da ação, Professor Doutor José Carlos D&#8221;Abreu, da PUC do Rio de Janeiro.</p>
<p>Ele, que já jogou na primeira divisão do campeonato carioca, no Campo Grande Atlético Clube, destaca o compromisso que o grupo vencedor faz com a organização do<strong> Enemet</strong>. “Como a taça é itinerante, os alunos se comprometem a trazê-la para o próximo Encontro”, explica. O prêmio já passou pelas mãos de estudantes das universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Ouro preto (UFOP), Fluminense (UFF) e do Ceará (UFC) e pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes).</p>
<p>Neste ano, o segundo lugar ficou para os estudantes da UFC. As partidas de futebol ocorreram na quadra poliesportiva da Universidade Presbiteriana Mackenzie e a entrega da taça no Centro de Convenções Frei Caneca, durante o <strong>66º Congresso ABM</strong>.</p>
<p><strong>Sorteio para os estudantes<br />
</strong></p>
<div id="attachment_921" class="wp-caption alignright" style="width: 332px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/11º-Enemet_sorteio_reduzida2.jpg"><img class="size-full wp-image-921   " title="Enemet 2011 sorteio de premios" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/11º-Enemet_sorteio_reduzida2.jpg" alt="ABM sorteou prêmios cedidos pelas empresas patrocinadoras do evento" width="322" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">ABM sorteou prêmios cedidos pelas empresas patrocinadoras do evento</p></div>
<p>À tarde, os estudantes inscritos no <strong>11º Enemet</strong> e que preencheram as fichas de avaliação, concorreram a vários presentes cedidos pela Vale, Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), ArcelorMittal, Votorantim, Siemens, Gerdau e Cia de Talentos. Entre os prêmios havia iPad, iPod, mochilas, pastas para notebook, lapiseiras, canetas e dois livros.</p>
<p>Além disso, os integrantes da comissão do evento participaram de um sorteio de duas publicações técnicas editados pela ABM. Ambas são do autor Vicente Chiaverini. Igor de Souza Lima, do 3º ano de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), foi beneficiado com o livro “Tratamento térmico das ligas metálicas”. Já Raphael Mendes Rosa da Silva, do 4º ano de engenharia metalúrgica da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), ganhou a publicação “Aços e Ferros Fundidos”.</p>
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		<title>Livro reúne os cem primeiros artigos da revista Metalurgia, Materiais &amp; Mineração</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A ABM lançou a publicação técnica ‘Siderurgia Internacional: uma retrospectiva de 100 reflexões’, do professor doutor Germano Mendes de Paula, do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O livro é uma coletânea dos cem primeiros artigos publicados na coluna “Internacional” da revista Metalurgia, Materiais &#38; Mineração, e foi apresentado ao público em 19/7, durante a Expomet, evento paralelo ao 66º Congresso ABM.
“A publicação é o resultado de quase dez anos de trabalho, com artigos veiculados ininterruptamente e que traçam um panorama especial da siderurgia internacional nesse período”, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_900" class="wp-caption alignleft" style="width: 586px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0582_reduzida.jpg"><img class="size-full wp-image-900 " title="Germano Mendes de Paula" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0582_reduzida.jpg" alt="Germano Mendes de Paula" width="576" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Germano Mendes de Paula</p></div>
<p>A ABM lançou a publicação técnica ‘Siderurgia Internacional: uma retrospectiva de 100 reflexões’, do professor doutor Germano Mendes de Paula, do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O livro é uma coletânea dos cem primeiros artigos publicados na coluna “Internacional” da revista Metalurgia, Materiais &amp; Mineração, e foi apresentado ao público em 19/7, durante a Expomet, evento paralelo ao <strong>66º Congresso ABM</strong>.</p>
<p>“A publicação é o resultado de quase dez anos de trabalho, com artigos veiculados ininterruptamente e que traçam um panorama especial da siderurgia internacional nesse período”, revela Germano, que autografou os livros à tarde. “Durante esses anos, os artigos e a revista passaram por mudanças para acompanhar as tendências do mercado, priorizando a relevância do conteúdo e sob um ponto de vista diferenciado do que era apresentado na mídia”, explica.</p>
<p>Segundo ele, o maior desafio de um colunista é escolher um tema importante e que possa ainda estar na ‘ordem do dia’ quando a revista chegar às mãos dos leitores, quarenta e cinco depois de o artigo ter sido entregue ao editor. “Nesse intervalo, muita coisa pode acontecer, correndo-se o risco de que novos elementos alterem as conclusões do ensaio ou mesmo a sua relevância”, destaca.</p>
<div id="attachment_905" class="wp-caption alignright" style="width: 182px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Livro_Siderurgia-Internacional3.jpg"><img class="size-full wp-image-905    " title="Livro Siderurgia Internacional" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Livro_Siderurgia-Internacional3.jpg" alt="Capa do livro 'Siderurgia Internacional: uma retrospectiva de 100 reflexões’" width="172" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro &#39;Siderurgia Internacional: uma retrospectiva de 100 reflexões’</p></div>
<p>Nos primeiros anos de existência, a coluna estampou assuntos relacionados a questões corporativas, centenário da U. S. Steel , a crise da siderurgia norte-americana e adoção da salvaguarda pelo governo Bush. “É como se a mesma jogada fosse vista por diversos ângulos, tentando chamar a atenção para prismas pouco observados até então”, diz Germano.</p>
<div class="mceTemp">Para ele, o momento mais instigante do livro foi abordar a dinâmica competitiva na siderurgia mundial, sobre vários matizes. Na publicação, ele relembra o intenso processo de fusões e aquisições, a crescente internacionalização produtiva, alianças estratégicas, o retorno da importância da integração vertical e os investimentos em ampliação da capacidade produtiva e mudança do mix de produtos constituem o cerne dos cem ensaios.</div>
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		<title>Cinco grandes empresas dão dicas para os estudantes sobre o mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 18:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andressa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ENEMET]]></category>

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Ser você mesmo, ter habilidade de relacionamento, se preocupar com o autodesenvolvimento e ter humildade são algumas dicas que os profissionais de recursos humanos dão para os estudantes que, em breve, ingressarão no mercado de trabalho. “No momento do recrutamento, o foco é comportamental. A parte técnica você treina e aprende na faculdade, já a parte comportamental, o olho no olho e o brilho nos olhos são o que fazem a diferença”, afirma Celio de Jesus Pinto, da Usiminas.
O profissional alerta que não basta colocar a melhor roupa para uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_894" class="wp-caption aligncenter" style="width: 559px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Montagem-Rodada-RH-2.jpg"><img class="size-full wp-image-894 " title="Palestrantes" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Montagem-Rodada-RH-2.jpg" alt="Palestrantes da Rodada: Celio Pinto, da Usiminas; Clarisse Drummond, da ArcelorMittal; Renata Brecailo, da Votorantim; Karl Berger e Daniela Bardagi, da Siemens Vai e Debora Barbeiro, da Gerdau, respectivamente." width="549" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Palestrantes da Rodada: Celio Pinto, da Usiminas; Clarisse Drummond, da ArcelorMittal; Renata Brecailo, da Votorantim; Karl Berger e Daniela Bardagi, da Siemens Vai e Debora Barbeiro, da Gerdau, respectivamente.</p></div>
<p>Ser você mesmo, ter habilidade de relacionamento, se preocupar com o autodesenvolvimento e ter humildade são algumas dicas que os profissionais de recursos humanos dão para os estudantes que, em breve, ingressarão no mercado de trabalho. “No momento do recrutamento, o foco é comportamental. A parte técnica você treina e aprende na faculdade, já a parte comportamental, o olho no olho e o brilho nos olhos são o que fazem a diferença”, afirma Celio de Jesus Pinto, da Usiminas.</p>
<p>O profissional alerta que não basta colocar a melhor roupa para uma entrevista porque o corpo fala. “Conseguimos desvendar, pelo olhar, o que a pessoa sente. É isso que o profissional de RH vai analisar em uma entrevista: o quanto de paixão você tem por aquilo que faz”, sustentou o palestrante durante a Rodada de RH do <strong>11º Enemet – Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas</strong>.</p>
<p>As estatísticas mostram que, em 2015, o Brasil terá um déficit grande de engenheiros e Celio observa que “pessoas formadas em engenharia existem, porém engenheiros com brilho nos olhos são poucos”. Além disso, acrescenta que um dos fatores que o levaram ao grupo Usiminas foi o respeito para com as pessoas: “Isso é mandatório na organização”.</p>
<p>Clarisse Drummond, da ArcelorMittal, lembra que o desempenho de um candidato é influenciado pelo seu momento de vida. “Temos que lidar com isso e tentar trabalhar o controle emocional. Uma resposta negativa não é rejeição. Se o candidato não foi aprovado, foi a melhor opção para ambas as partes, afinal, o processo seletivo é uma escolha dos dois lados, como um casamento”.</p>
<p>A psicóloga aproveitou a oportunidade para comentar alguns mitos e algumas verdades sobre os processor seletivos. Entre os mitos podemos citar: ‘É importante ser o primeiro a falar na apresentação pessoal’, ‘É melhor ser extrovertido e falar muito’, ‘O conhecimento técnico é o principal determinante na escolha do candidato’ e ‘A experiência é fundamental para programas de estágio e trainee’. Já entre as verdades estão: ‘Estar bem informado sobre a empresa’, ‘Redes sociais são usadas por todos: candidatos, empresas e consultorias’, ‘Preocupe-se com a aparência’, ‘Excesso de gírias e informalidade interfere’ e ‘Seja você, sem criar tipos’.</p>
<div id="attachment_893" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0019_reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-893" title="Estudantes na Rodada" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0019_reduzida-300x201.jpg" alt="Enemetianos atentos às dicas durante a Rodada de RH" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Enemetianos atentos às dicas durante a Rodada de RH</p></div>
<p>Em relação aos diferenciais competitivos, Clarisse destacou a boa base acadêmica, o domínio da língua inglesa, de informática, bem como experiência de vida, humildade, valores, habilidade de relacionamento e preocupação com o autodesenvolvimento.</p>
<p>Renata Brecailo, da Votorantim, concorda com as observações colocadas por Clarisse e reforça: “É importante conhecer bem a empresa na qual você pretende trabalhar e ser honesto, assim, fica claro se o seu perfil encaixa com o perfil da empresa”. Em relação às vestimentas, Renata sugere que o candidato tente conhecer como as pessoas trabalham ou então, dá a dica: “Pense sempre para mais, e não para menos. E melhor estar muito bem arrumado do que informal demais”.</p>
<p>Já para Karl Berger, da Siemens Vai, a grande dica é: “Aventure-se! Não espere por algo! Comece pequeno e faça o seu próprio caminho”. Além disso, outra recomendação do engenheiro experiente é apostar no estudo dos idiomas. “Estudem algo diferente e não apenas inglês e espanhol”, complementa.</p>
<p>Daniela Bardagi, da área de Recursos Humanos da Siemens, afirma que a empresa é pluralista e oferece aos profissionais diferentes oportunidades de carreira. “Temos programas estruturados de estágio e trainee, que abrem muitas formas de desenvolvimento dentro da própria empresa, antes de ir ao mercado”.</p>
<p>Já para a Gerdau, a competência essencial é a simplicidade. “O desenvolvimento da empresa está baseado nas pessoas”, informa a gerente de Recursos Humanos, Debora Cristina Damascena Barbeiro. “Na Gerdau, você é líder do seu processo. Para nós, liderança não é apenas um cargo de chefia. A empresa deixa bastante transparente o que precisa para ter sucesso”.</p>
<p>Para ingressar na Gerdau existem os programas de trainee ou estágio. “O programa de trainee é a principal fonte de entrada dos executivos. Quem é aprovado já vai sendo preparado e se desenvolve para exercer a função”. Um requisito eliminatório atualmente na Gerdau é a mobilidade. Isso porque os aprovados no processo poderão atuar em qualquer lugar do mundo que tenha uma unidade da empresa, explica a gerente, que enfatiza: “O mais importante é ter interesse em aprender coisas novas e querer transformar os processos nos quais está envolvido”.</p>
<p>O diretor-executivo da ABM, Horacidio Leal Barbosa Filho, ressaltou a importância dessa Rodada. “No meu tempo, eu não tive essa oportunidade que os estudantes estão tendo agora. É importante abraçar isso com garra e continuar sendo associado da ABM, porque nossos eventos são fóruns de relacionamentos e isso é para o resto da vida, nunca acaba”.</p>
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		<title>Inovação é a ideia transformada em resultado social, econômico e ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 18:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ABM</dc:creator>
				<category><![CDATA[ENEMET]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira palestra do Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas &#8211; 11º Enemet, do dia 19, abordou um ponto bastante discutido no setor minerometalmecânico: ‘inovação’. Para conduzir o assunto e levar os estudantes a reflexões, Nelson Guedes de Alcântara, presidente da ABM e diretor-executivo do Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais da UFSCar, falou sobre princípios, conceitos e questões fundamentais que envolvem o assunto.
Logo no início, ele propôs aos participantes uma atividade que estimulou a criatividade em cada um. A partir da frase: ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_886" class="wp-caption alignleft" style="width: 173px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0325_reduzida1.jpg"><img class="size-full wp-image-886   " title="Nelson Guedes de Alcantara" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/DSC0325_reduzida1.jpg" alt="Nelson Guedes de Alcântara, presidente da ABM" width="163" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Guedes de Alcântara, presidente da ABM</p></div>
<p>A primeira palestra do Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas &#8211; 11º Enemet, do dia 19, abordou um ponto bastante discutido no setor minerometalmecânico: ‘inovação’. Para conduzir o assunto e levar os estudantes a reflexões, Nelson Guedes de Alcântara, presidente da ABM e diretor-executivo do Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais da UFSCar, falou sobre princípios, conceitos e questões fundamentais que envolvem o assunto.</p>
<p>Logo no início, ele propôs aos participantes uma atividade que estimulou a criatividade em cada um. A partir da frase: ‘Vamos fazer uma viagem no fim de semana’, dois colegas deveriam colocar, seguidamente, dificuldades para a viabilização do passeio utilizando a conjunção ‘mas’ para construir outra sentença. Após dois minutos de discussão, o professor sugeriu que os companheiros adicionassem novas idéias com conjunção ‘e’. “A intenção foi mostrar para eles que, quando somamos, estamos gerando resultados, tornando algo possível”, conta Nelson.</p>
<p>Ele mencionou vários princípios que determinam uma iniciativa como inovadora. “É preciso planejar muito bem as ações; definir o tipo de inovação que se pretende seguir; priorizar a interdisciplinaridade e não procrastinar a ideia porque o ciclo de vida dos produtos está cada vez menor”, ressaltou. Além disso, Nelson também recomendou que os estudantes trabalhem em equipe, sejam criativos, somem ideias e registrem todas as ocorrências que surgirem durante o percurso.</p>
<p>“Não se pode perder de vista que, para ser inovadora, a ideia deve estar no mercado, ou seja, se refere à mudança da tecnologia com a criação de valor socioeconômico e ambiental, atendendo às necessidades do respectivo público”, explica o presidente.</p>
<p>Para que os jovens fixassem os pontos importantes da palestra e identificassem produtos e serviços inovadores, o professor utilizou recursos como palavras–chave, fotos e vídeos.</p>
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		<title>Homenagem valoriza e reconhece dedicação de Waldimir Pirró e Longo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 13:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andressa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Em consideração à valiosa contribuição, nas últimas décadas, para formação de engenheiros e pesquisadores na área de Metalurgia Física e Mecânica em nosso País, o engenheiro Waldimir Pirró e Longo recebeu, de seus pares, uma homenagem em reconhecimento ao seu trabalho e dedicação.  O momento foi conduzido pelo professor da Ufop, Leonardo Godefroid, durante a sessão técnica de ‘Mecânica de Fratura e Integridade Estrutural’, do 66º Congresso ABM.
Engenheiro Metalúrgico, pelo Instituto Militar de Engenharia – IME e PhD pela Universidade da Flórida, Longo publicou 96 artigos em periódicos e anais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_880" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Waldimir-Pirro-e-Longo.jpg"><img class="size-full wp-image-880" title="Waldimir Pirro e Longo" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/Waldimir-Pirro-e-Longo.jpg" alt="Engenheiro e professor Waldimir Pirró e Longo" width="336" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Engenheiro e professor Waldimir Pirró e Longo</p></div>
<p>Em consideração à valiosa contribuição, nas últimas décadas, para formação de engenheiros e pesquisadores na área de Metalurgia Física e Mecânica em nosso País, o engenheiro Waldimir Pirró e Longo recebeu, de seus pares, uma homenagem em reconhecimento ao seu trabalho e dedicação.  O momento foi conduzido pelo professor da Ufop, Leonardo Godefroid, durante a sessão técnica de ‘Mecânica de Fratura e Integridade Estrutural’, do <strong>66º Congresso ABM</strong>.</p>
<p>Engenheiro Metalúrgico, pelo Instituto Militar de Engenharia – IME e PhD pela Universidade da Flórida, Longo publicou 96 artigos em periódicos e anais de congressos, 11 monografias, relatórios e projetos, 11 livros e capítulos de livros, 4 teses e 15 ensaios.</p>
<div id="attachment_879" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/placa-homenagem-pirro-e-longo_reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-879" title="Placa de homenagem" src="http://abmbrasil1.tempsite.ws/redeabm/congresso/files/2011/07/placa-homenagem-pirro-e-longo_reduzida-300x201.jpg" alt="Placa de homenagem oferecida a Waldimir Pirró e Longo" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Placa de homenagem oferecida a Waldimir Pirró e Longo</p></div>
<p>Como o homenageado, por motivos de saúde, não pode comparecer ao Congresso para receber a honraria, Longo enviou uma carta de agradecimento que pode ser conferida, na integra, abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>Niterói, 16 de Julho de 2011</em></p>
<p><em>Aos estimados colegas e amigos da ABM</em></p>
<p><em>Recebi, com muita alegria e emoção, a noticia que no dia 20 de Julho do corrente ano, por ocasião da realização da Sessão Técnica referente ao Tema “Mecânica de fratura e integridade estrutural”, durante o 66º Congresso Anual da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais  e Mineração &#8211; ABM, eu serei alvo de uma homenagem da nossa Associação. Infelizmente, meu estado de saúde impede-me de comparecer à cerimônia prevista. Lamento profundamente esse fato, não somente pela ausência à homenagem em si, mas, também, pela perda de oportunidade de revêr queridos colegas, amigos, ex-alunos.</p>
<p>Confesso que fiquei curioso, tentando descobrir qual a razão que teria levado a alguém propôr, &#8212; ou a um grupo de pessoas propôr, &#8212; meu nome para tal distinção. Talvez tenha sido pelo fato de eu estar prestes a comemorar 50 anos de magistério, numa trajetória que teve começo no início da década 60, na Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda, pertencente à UFF, e prosseguiu pelo Instituto Militar de Engenharia &#8211; IME.<br />
                                                                                                                                                              <br />
Ao longo desses anos até chegar aqui, foram dezenas de disciplinas ministradas; milhares de horas de aulas; dezenas de orientações de alunos de graduação e de pós-graduação; participação em centenas de bancas, de comissões e de concursos; centenas de apresentações em congressos; membro de mais de uma dezena conselhos de institutos, fundações e agências federais; mais de duas dezenas de missões oficiais no exterior e mais de cento e vinte trabalhos publicados entre teses, livros, capítulos de livros, monografias, ensaios e artigos em revistas nacionais e internacionais. </em></p>
<p><em>E, por trás disso, dezenas de milhar de horas de estudos varando dias, noites, sábados, domingos e muitos feriados, que só a família assistiu e sofreu. Muitas vezes patrono, paraninfo, nome de turma ou homenageado, ensinei e procurei conscientemente dar bons exemplos a milhares de jovens que tive o privilégio de ter nas minhas aulas, seminários e palestras.</p>
<p>Confesso que, nesta data, sinto-me mais do que recompensado por toda essa luta ao longo de cinco  décadas.</em></p>
<p><em>Meus colegas e amigos, na realidade, os anos passaram, e eu não percebi, pois tinha diante de mim, ano após ano, sempre os mesmos rostos jovens, radiantes, sonhadores (como devem ser todos os jovens), ávidos de conhecimentos e de bons exemplos. Para mim, na sala de aula, o tempo não contava. Sentia-me jovem também, estudando sempre, reciclando com eles a minha visão do mundo e, denominando-me, sinceramente, <strong>&#8220;o aluno mais antigo da turma&#8221;</strong>. Isto porque, além de ninguém mais poder considerar-se definitivamente formado, humildemente, sempre concordei com o grande Guimarães Rosa que disse uma vez que <strong>“mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”</strong>.</em></p>
<p><em>Mas, o tempo, contrariamente ao meu sentimento, passou e não poupou <strong>“o aluno mais antigo”</strong>. E, de repente, uma turma transformou-se na minha última turma de graduandos em engenharia. Jamais esquecerei o carinho dos alunos para comigo ao final da minha última aula. </em></p>
<p><em>Segundo Miguel Unamuno, “O homem vive de razão e sobrevive de sonhos”.</em></p>
<p><em>Colegas, confesso que ao saber da homenagem, contrariando a verdade, procurei sentir-me jovem e, mais uma vez, sonhar, sonhar muito.<br />
 <br />
 Sonhar com a possibilidade de ter atingido um objetivo meu de luta que sempre foi contribuir para a formação de jovens, não somente no aspecto profissional, mas, também, como cidadãos. Cidadãos ordeiros, empreendedores, solidários, orgulhosos da terra em que nasceram, da sua história de paz e tolerância, cientes do patrimônio físico e cultural legado pelos que nos antecederam e dispostos a defendê-los e preservá-los.<br />
        <br />
Procurei não me omitir nem esmorecer  nessa batalha, buscando não ser somente um professor, ou ser professor somente na sala de aula, mas ser além de professor, educador, orientador, estimulador de jovens, em todos os lugares e ocasiões que me dessem oportunidade. E, acreditem, foram muitas!<br />
 <br />
Sonhar que a homenagem não foi para quem apenas cumpriu sua obrigação de ensinar, de transmitir com dedicação e honestidade o conteúdo programático de uma ou mais disciplinas, e que, a contento, conduziu pesquisas e orientou mestrandos e doutorandos, </em></p>
<p><em>Finalmente, sonhar que vocês quiseram premiar alguém que, além disso, transmitiu valores, princípios e, sobretudo, disposição de luta, perseverança, vontade inabalável para vencer as vicissitudes, as dificuldades¬¬¬¬¬ com as quais a vida, às vezes, nos surpreende.</em></p>
<p><em> E vocês, meus amigos que participaram, me acompanharam ou me observaram nessa trajetória do ensinar e do aprender, do mais experiente aconselhando e procurando ser exemplo para os mais jovens, sabem exatamente porque saliento a disposição diante das sérias vicissitudes que a vida, às vezes, nos impõem. Na realidade, desejo que, estimulados pelo exemplo que eu, modestamente, possa ainda ser, procurem perseguir e tornar realidade os seus sonhos, e que sejam todos sempre fortes diante das dificuldades que surjam nas suas trajetórias!<br />
 <br />
  Colegas e amigos, muito obrigado por terem me proporcionado uma gratificante sensação de dever cumprido e por este momento de grande alegria pessoal.<br />
 <br />
A todos, um caloroso e fraternal abraço</em></p>
<p><em>     Prof. Waldimir Pirró e Longo</em></p>
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